Por que eu falo tanto de ser Criativo?

O caminho a ser trilhado é uma escolha que só cabe a cada um fazer.

Para mim, a Criatividade apareceu quase por acaso, dando um nome para as artes que eu andava fazendo por aí.

No mesmo instante, percebi que havia, ali, algo mais profundo. Aquele não era um caminho qualquer, que levava a um lugar qualquer.

… Não, para mim, aquele era um caminho rumo à autenticidade.

Um caminho na direção do que de mais único, de mais verdadeiro eu tinha, dentro de mim.

Um caminho que poderia ser trilhado por qualquer um que ousasse se aventurar por ele. Um caminho sem comparações, sem limitações, além dos vícios, hábitos e padrões. Um caminho de sins, muito mais do que de nãos.

… Um caminho profundo, voltado para o meu interior.

Na Criatividade, encontrei uma faceta esplendorosa dessa minha busca por algum sentido, por algum lugar que fuja/extrapole o comum, o trivial, o normal. Eis a busca pelo Santo Graal, pelo maior tesouro que eu poderia almejar: a minha essência.

E, por ela, para ela, nela, eu posso ir pelos passos da razão, tanto quanto pela emoção – ou, se preferir, pela intuição.

… Seja como for, a Criatividade, para mim, é um caminho do qual não abro mais mão, do qual não arredo mais o pé: afinal, acima de tudo, é divertido demais, tão cheio de leveza e beleza (e, quiçá, poesia)…

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